Por Rogério Casanova
Talvez possamos ler a quarta temporada da série "Os Homens do Presidente" como profecia: um lider carismático, cuja retórica inspiradora criou expectativas impossíveis de cumprir, termina um frustrante primeiro mandato, mas acaba por garantir a reeleição, em parte porque os republicanos não produzem um candidato capaz de articular duas frases seguidas sem revelar a sua mediocridade