Uma faca. Uma chave de parafusos. Entrava nos prédios, violava adolescentes, depois ia para casa. Passava despercebido. No ginásio que frequentava. Entre os vizinhos, no dormitório de Lisboa onde vivia. No trabalho. Em Telheiras, onde atacava, dizem que só pode ser louco. Será? Por Andreia Sanches e José Bento Amaro (texto) e Enric Vives-Rubio (fotos)