Alugam casas por semanas, simulam divórcios, pedem à avó que fique como encarregada de educação. São várias as manobras a que os pais recorrem para matricular os filhos numa escola que não a da respectiva área de residência. Este ano, em Inglaterra, uma mãe foi processada por dar uma morada falsa. Em Portugal, a prática vigora impune há anos. A tese de que os pais devem poder escolher livremente as escolas está a ganhar terreno