Quando saiu para a escola, naquela terça-feira, ia de minissaia e decote aberto, apesar do frio que estava em Viseu. Talvez Joana o tivesse feito para provocar David, ou para lhe agradar. Iam jantar juntos para, supostamente, fazerem as pazes. Agora, a mãe da estudante de 20 anos que vivia para o namorado que terá acabado por matá-la só quer estar sozinha para poder gritar. Segunda parte de uma história marcada por um amor excessivo. Por Paulo Moura